Na Suécia....Construída nas escadas do metro em Estocolmo, a escada que toca música à medida que alguém sobe um degrau virou sensação não só entre os suecos, mas na web em diversos países. Com o intuito de promover o exercício físico, a Volkswagen transformou as escadas de um metro em Estocolmo, na Suécia, num piano gigante. À medida que os pés pisam o degrau, ele toca uma nota diferente. A empresa de automóveis afirmou ao jornal britânico Daily Mail que, após a invenção, 66% a mais de pessoas optaram pela escada musical e chamam a novidade de teoria da diversão. Imaginem se a moda pega...
Segunda-feira, Novembro 09, 2009
Quarta-feira, Outubro 28, 2009
Para Cima, Para Baixo, Para Cima, Para Baixo...
O afilhado João Menéres do Grifo Planante aí ao lado, mandou-me hoje esta imagem. Diz ele que viu num consultório de um médico. Diz ele também que um paciente escreveu por baixo: "Se a luz ficar acesa durante mais de quatro horas, chame o seu electricista." Ele diz que viu, eu cá não sei de nada...
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Pub/Viagra/Humor
Quarta-feira, Outubro 21, 2009
Ghosts In The Shell
(quando me disseram nem queria acreditar. Mas como vocês são muita espertos...)
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Lisboa à noite/Música/LEFT
Mann Gegen Mann
O novo disco dos Rammstein já está aí. Chama-se "Liebe Ist Fur Alle Da" (O Amor é Para Todos). Para matar saudades, deixo-vos a corrosiva, agreste e muito cor-de-rosa "Mann Gegen Mann" do disco anterior de 2006 e de seu título... Rosenrot. Es stimmt. Gleich und gleich geselt sich gern...
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Música/Rammstein
Quarta-feira, Outubro 14, 2009
Sábado, Outubro 10, 2009
Sexta-feira, Outubro 09, 2009
CRASH

Sinopse: Dennis Hopper interpreta Ben Cedars, um produtor musical que vive à beira de um ataque de nervos (ele é muito aditivo naquela cabeça) mas que no fundo não passa dum coração mole; no elenco ainda estão Ross McCall como Kenny, polícia e que vive em casa de Bebe (Arlene Tur), uma actriz que se torna polícia após fazer um estudo de preparação de um personagem. Clare Carey é Christine que se apaixona por um arquitecto negro e que passa por dificuldades financeiras quando o seu marido Peter (D.B.Sweeney), um investidor do mercado imobiliário, perde dinheiro e desaparece sem deixar rasto. Brian Tee é Eddie, paramédico, um ex-membro de gangue, perseguido pela máfia coreana que não o deixa libertar-se e que luta por ingressar na faculdade de Medicina; Jocko Sims, como Anthony, motorista de Ben e cujo tio tem uma barbearia em South Central LA mas que serve de fachada para outro tipo de negócios também; Luis Chavez, como Cesar, um imigrante ilegal da Guatemala que, num volte-face inesperado, vê a sua vida mudar; Moran Atias como Inez, a cigana, humilhada e ofendida pelo clã e Nick Tarabay como Axel, um detective que mantém um relacionamento com uma colega da polícia e que acabará por comprometer o seu casamento. Cada um deles sofre a pressão, o stress, as vantagens e as desvantagens de se viver numa cidade como Los Angeles. E as vidas dispersas destas pessoas que, no início não se conheciam de lado nenhum, acabam por se cruzar dando origem a outras histórias, outros relacionamentos, outros dramas. Há sexo, drogas, rock'n'roll, violência, paixão, amor, amizade, bondade. A natureza humana em relevo, no seu pior e no seu melhor. As interpretações dos actores são soberbas (a maior parte deles são completamente desconhecidos) e os textos, absolutamente brilhantes. Uma excelente série, que passava na Fox Crime, todas as 4ª feiras às 22h15. Imagina se eu perdia um episódio!... De repente, sem aviso prévio, desapareceu. Alguém me sabe dizer em que canal foi parar? Ou simplesmente acabou a 1ª temporada? Mas que chatice. Como dizia a Rainha Vitória: we are not amused!
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Séries TV/Crash
Quarta-feira, Outubro 07, 2009
E Se?...
E se?... Imaginemos uma outra história. Vamos imaginar que afinal James Dean não morreu e que ele é agora um respeitável actor veterano de Hollywood, no seu rancho de família, que criou a sua própria marca de automóveis de corrida, recebeu um Prémio de Carreira pelo seu desempenho e dedicação ao cinema, tornou-se também realizador, embaixador de causas humanitárias e manifestante anti-Vietname. O acidente com o Porsche acontece lá em 1955 mas, depois da poeira assentar, vemos que afinal ele sobreviveu.
"Given more time, imagine the possibilities." Esse é o mote deste filme criado pela agência de publicidade sul-africana King James para a Allan Gray Investment que utiliza a figura quase mítica do actor James Dean para falar da importância de se preparar para o futuro investindo agora. O comercial, fimado inteiramente em branco e preto, mostra-nos cenas da vida do actor que poderiam ser reais se... não tivesse desaparecido tragicamente aos 24 anos. Realizado pela Velocity Films.
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Allan Gray Investment - Pub
Terça-feira, Outubro 06, 2009
Ladysmith Black Bronzatta
- Madonna Mia, ma che bella donna bronzatta! - respondeu o porco.
- Eu já te dou o "bronzatta", ó mobster filho da puta! - acrescentou o marido.
(e ainda a gente se queixa dos nossos políticos...)
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Humor/Obama/Berlusconi
Domingo, Setembro 27, 2009
Hello & Goodbye
Unique Ambigram "Come-In/Go Away" Coco Doormat
Este americanos pensam em tudo. Digo eu. Lembraram-se de inventar este capacho assaz interessante para que quem vá lá a casa fique a saber se é bem-vindo ou não. Assim uma espécie de "Se vens por bem, à minha casa vem" ou coisa assim parecida. Depende de quem lá vai. Os fiscais das finanças, por exemplo, levavam logo com este daqui de baixo. O senhorio, coitado, a reclamar do atraso no pagamento da renda de casa, também (para quem tem casa alugada, claro...). Já para não falar das Testemunhas de Jeová e outros vendedores de enciclopédias, naperons e outros utensílios que não fazem falta nenhuma. Deviam de inventar um a dizer "Desempregado", nada afugenta melhor os chatos do que dizer que não se tem trabalho. A sério. De vez em quando ligam cá para casa umas pessoas dumas empresas de cariz duvidoso a quererem vender qualquer coisa. Ou a dizer que ganhei um prémio de 500 Euros, mas que tenho que o ir levantar à morada tal, no dia tal e falar com fulano ou beltrano. E fingem-se muito admiradas, quase escandalizadas, por eu não querer ir levantar prémio nenhum. A princípio, eu ainda era simpática e tentava explicar-lhes que não queria nada, muito obrigada. Insistiam e quase me obrigavam a mandá-los à merda. Até que um dia, apanharam-me virada do avesso e como estava sem paciência para aturar, mais uma vez, este tipo de conversa, saíu-me - assim de repente - que estava desempregada. Ah, minha senhora desculpe incomodar, sim? Boa tarde. Desligaram logo. Olha, foi trigo limpo. Agora, sempre que alguém liga ou me aborda na rua ou no centro comercial para aderir ao novo cartão de crédito do banco tal, digo logo que estou desempregada. Até fogem. É como se tivesse lepra ou, pior ainda, infectada com a Gripe A. Com os amigos é a mesma coisa. Quando estás na mó de baixo a passar por uma situação temporariamente difícil, algumas pessoas, que julgavas "amigas", desaparecem do radar e nem sequer se preocupam em saber se estás a passar bem ou a precisar de alguma coisa. Nunca ligam e nem sequer atendem o telefone. Quando as coisas melhoram, lá vêm eles outra vez cheios de sorrisos e palmadinhas nas costas, como se nada fosse e a dar desculpas parvas. Para esses, viro-lhes o capacho do "Go Away". Ou melhor, nem sequer os deixo aproximar cá de casa. Nem da minha vida. Mas para quem sempre esteve do meu lado, mesmo em tempos apertados - e não estou a falar de dinheiro, mas sim de apoio moral e psicológico - viro a parte que diz "Come In" e fiquem à vontade. Como diz um velho ditado: "Os amigos conhecem-se no hospital e na prisão". Não foi este o caso, não estive doente nem presa, mas acho que perceberam o que eu quis dizer. Este fabuloso tapete é comercializado pela Unique Ambigram, encontra-se à venda na Amazon.com e custa 79,99 dólares. É claro que não vou comprar porque não sou assim tão subtil. Prefiro esticar o dedo do meio. É mais rápido, mais eloquente e muuuuito mais barato.
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Digo eu.../Unique Ambigram Doormat
Terça-feira, Setembro 22, 2009
Segunda-feira, Setembro 21, 2009
Sexta-feira, Setembro 18, 2009
Quarta-feira, Setembro 16, 2009
Terça-feira, Setembro 15, 2009
Aural Sex
Mestre incontestável da modernidade francesa, começou cedo a vestir a pele de um velho e depravado fauno. Quando casou com Jane Birkin ela tinha apenas 19 anos e ele já tinha 36. Em 1965, a jovem cantora France Gall foi ao festival da canção com um tema escrito por Serge Gainsbourg e o sucesso que se seguiu foi mais do que suficiente para a levar a cantar mais uma das suas criações: "Les Sucettes" (Os Chupa-Chupas) que causou um escândalo em França, por causa do seu duplo sentido que a ingénua cantora não percebeu até dar por si nas bocas do mundo... Mas é claro que tudo isso fica aquém de "Je t'aime... Moi Non Plus", canção movida a orgásmicos suspiros de Brigitte Bardot e Jane Birkin. O sexo nunca tinha soado tão bem... É claro que a canção foi censurada e banida das rádios em Portugal, Polónia, Espanha e Reino Unido e o Vaticano até se deu ao trabalho de emitir um comunicado oficial "excomungando-a", declarando-a imoral e ofensiva ao promover e estimular "sexo sem amor". Esta canção foi inicialmente gravada com a voz de Bardot em 1968, mas quando ela acabou o namoro que tinha com Gainsbourg e já se encontrava casada com Gunther Sachs, pediu-lhe para não a lançar. Foi aí que entrou Birkin.Alarmados com todo este protesto público contra uma simples canção tão ofegante, os patrões da Philips Records, retiraram-na do mercado, a 16 de Setembro de 1969. Marianne Faithfull, que tinha recusado fazer um dueto com Birkin nesta canção, chegou a dizer que "não percebo como é que ele conseguiu convencer Jane a gravar uma coisa destas. Ela era uma adorável rapariguinha inglesa da classe alta que ainda andava no colégio. Ele deve ter-lhe moído o juízo de tal forma, que ela acabou por ceder". Até que, a editora independente Major Minor pegou na canção, reeditou-a, tendo esta atingido rapidamente o Número Um na tabela de vendas.
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Música/SGainsbourg
Ex-posed
O fotógrafo suiço Matthias Willi capta com a sua câmara os momentos íntimos de alguns rockstars nossos conhecidos assim que saem do palco. Esta série de fotos intitula-se: The Moment After The Show: Rockstars Exposed.
- you got thirty fuckin' seconds...
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Música/Vida Malvada
DJ Dean James
Amanhã, dia 16 de Setembro, o colectivo de dj's Dean James, composto por dois amigos meus vão estrear-se como tocadores de discos no Bar LEFT, ali em Santos. Da qualidade musical não tenho a mínima dúvida, mas quanto à perícia a mexer com os pratos... imaginem se vou perder um prato destes!... Já andamos todos há uma semana a rir só de imaginar o filme. O que vale é que a gente acha graça a tudo...
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Lisboa à noite/Música/LEFT
Terça-feira, Setembro 08, 2009
Prior Velho, Texas
O escritório onde trabalho, para além dos habituais objectos informáticos que tanta falta fazem numa empresa que se quer moderna e virada para o futuro, também tem um microndas, um frigorífico, copos, pratos e talheres. Isto quer dizer que todas nós - somos cinco mulheres - e até o patrão, levamos o almocinho de casa numa tapéruere, aquecemo-lo e almoçamos por ali mesmo. Por razões que não vêem agora a talho de foice, hoje não levei a marmita e tive que comer fora. Desafiei uma colega minha para vir à rua comer uma salada ou coisa assim e depois de dar por ali uma volta a tentar decidir onde comer, optámos por uma churrasqueira que, disse a minha colega "tem o melhor frango no churrasco que alguma vez comi". Pedimos uma dose para as duas e estava eu toda satisfeita a atacar uma perna de frango quando ela me disse com o ar mais blasé do mundo: - Ah, tem cuidado com a mala...
- Porquê?!
- Porque aqui costuma haver assaltos - respondeu ela, chupando uma asa.
- Desculpa?! Que história é essa??? - caiu-me a perna do bicho no prato.
- Oh, às vezes entram por aqui adentro uns tipos armados e assaltam toda a gente que cá estiver dentro. Já tem acontecido noutros restaurantes também! Ah, pois é... assaltos aqui à mão armada é o prato do dia...
- Porra, e só agora é que me dizes?
- Ora, quéque queres? Lembrei-me de repente... põe a tua mala aqui deste lado.
Eu nem queria acreditar. Espreitei para dentro da minha maleta e, por entre os apetrechos do costume que, nós as mulheres gostamos de carregar ao ombro, a única coisa valiosa que lá tinha dentro era o meu querido Blackberry, generosa oferta do governo português durante a presidência em 2007. Bem, o rimmel da Chanel também custou um dinheirão, mas como o telefone tem a minha vida lá dentro, optei por tirá-lo da mala. Escondi-o no meio das pernas, por baixo do vestido. E pensei: bom, se me assaltarem dou-lhes a mala e não preciso de me lavantar da cadeira. Pode ser que a coisa passe. E será que me deixam tirar a chave do carro? E a carteira também, já agora. Dou-lhes o dinheiro, são só dez euros. E fiquei ali, excitadíssima a olhar para a porta e, de cada vez que entrava alguém, pensava logo "queres ver que é agora..." Mas não. Vá lá, desta safei-me. Tenho que pensar duas vezes da próxima vez que for comer fora ali naquele sítio. Ah, mas a minha colega tem razão, o frango no churrasco ali é delicioso. E soube-me divinamente. Devia ser da adrenalina. Vim parar ao Texas, não querem lá ver...
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Humor/Prior Velho
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